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Uber Transit terá a opção de diversos modais para que o usuário faça o trajeto da forma mais rápida

Os novos serviços do Uber lançados recentemente vão ampliar a presença do aplicativo na ‘gig economy’ (economia alternativa) e a geração de empregos proporcionada pela ferramenta, afirmou neste sábado Claudia Woods, diretora geral da empresa no Brasil.

Claudia participou da terceira edição do Festival de Inovação e Cultura Empreendedora (FICE), evento organizado pelas revistas Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Época Negócios e pelo Valor Econômico. Ao todo, o CO.W Berrini, onde ocorre a feira, tem quatro espaços com cerca de nove painéis cada, que abordam temas variados, como gig economy, transformações no mercado de trabalho, mobilidade urbana, computação quântica e o futuro da comida. Em comum, todas as atividades têm como objetivo construir cultura empreendedora no Brasil.

No painel “Quem é você na gig economy?”, sobre transformações no mercado de trabalho e o impacto das grandes empresas de Tecnologia da Informação (TI), Claudia afirmou que o futuro do aplicativo do país não será mais a plataforma usual, que já conta com 22 milhões de usuários, mas sim o “Uber Transit“, que vai conectar o aplicativo ao transporte público de São Paulo. “Quando falamos de gig economy, nosso serviço de agora não é o futuro da empresa. O produto número um será o Uber Transit, integrando o aplicativo com rotas de transporte público”, afirmou a executiva.

Segundo ela, a nova ferramenta tem potencial de gerar ainda mais empregos, seja para pessoas que terão a atividade como emprego principal, ou uma forma de complementar a renda. No futuro, disse, o Uber Transit terá a opção de diversos modais para que o usuário faça o trajeto da forma mais rápida, como bicicletas e patinetes. “Esses patinetes precisam ser carregados e distribuídos. É mais uma forma de trazer um trabalho alternativo para quem quiser complementar a renda ou ter isso como renda principal”, disse.

Claudia também mencionou o “Uber Freight”, em que motoristas de caminhão poderão se conectar para fazer fretes e, assim, rentabilizar melhor seus negócios, além do programa “Elas na Direção”, que visa aumentar a participação de mulheres motoristas, hoje em apenas 6%, como plataformas que devem aumentar os empregos gerados na ‘gig economy’.


Fonte:  Valor Investe
Arícia Martins



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